Sobre
Ceramista Raquel Quelhas
Raquel Quelhas nasceu na Maia, em agosto de 1970, e licenciou-se em Educação Visual e Tecnológica em 1993. Desde então, tem conciliado a sua paixão pela arte com o ensino. A sua trajetória na cerâmica teve início em 1995, no atelier de António Pires (Didier), no Algarve, onde desenvolveu uma forte ligação com esta arte do fogo. Em 2015, aprofundou a sua formação com o ceramista João Carqueijeiro no seu atelier em Senhora da Hora, onde permaneceu até 2018.A sua prática artística centra-se na cerâmica contemporânea, explorando a transformação do barro em peças únicas, marcadas pela fusão entre técnica, criatividade e uma profunda ligação às matérias-primas da terra.
Impulsionada pela paixão pela cerâmica, ela canaliza a sua criatividade ilimitada para o seu trabalho, incorporando numa mistura única de inspiração e talento artístico em cada peça. As suas criações são prova da sua dedicação ao ofício e da sua capacidade inata de evocar a beleza a partir das matérias-primas da terra. Na sua prática artística, encontra profunda satisfação na alquimia de transformar o barro em formas cativantes que ressoam na alma.Através da sua abordagem singular à cerâmica, ela convida-nos a mergulhar num mundo de beleza tátil e expressão intemporal.
«O meu percurso artístico assenta na minha relação com a cor, a matéria e a contemplação serena da natureza. É neste encontro — onde a luz, as formas e as texturas dialogam — que encontro o impulso para criar. A partir da observação atenta dos elementos naturais, das superfícies orgânicas e dos ritmos do mundo que me rodeia, transponho para a cerâmica as emoções, as memórias e a harmonia que descubro no ambiente natural. A composição, a integração de texturas e a harmonia cromática tornam-se a minha linguagem — uma forma de transformar experiências sensoriais em peças que convidam à contemplação e à reflexão. Cada obra nasce deste diálogo entre o que observo, o que sinto e o que o barro me permite revelar, numa busca constante pelo equilíbrio, pela expressão e pela autenticidade.»
Currículo
| Exposição | Local | Ano(s) |
|---|---|---|
| CER.TA.ME - Cerâmica, Talha e Metais | Gondomar | 2017 e 2022 |
| “À volta do véu” | Galeria Geraldes da Silva - Porto | 2018 |
| Exposições coletivas de cerâmica | Atelier João Carqueijeiro - Matosinhos | 2015-2018 |
| 2.ª Bienal Internacional de Arte de Gaia | Gaia | 2017 |
| Instalação “Do outro lado” | Gaia | 2017 |
| Exposição “7 Formas Poético-casuísticas - instalação Porque não azul?” | Galeria Zet - Braga | 2018 |
| Exposições coletivas Arte Solta #06, #08, #10, #11, #12 e #13 | Espaço Q - Quadras Soltas - Porto | |
| “Pequenos Formatos”, exposição do grupo de cerâmica e escultura “3D” | Espaço Q - Quadras Soltas - Porto | 2017-2021 |
| “Entrespaços” | Espaço Q - Porto | 2021 |
| “Celebração II” | Espaço de Arte Gracinda Leite - Porto | 2022 |
| “Não é um estado de Monocromia” | Galeria Geraldes da Silva - Porto | 2023 |
| Exposição coletiva “20 anos” | Galeria Geraldes da Silva - Porto | 2024 |
| 10.º Festival Internacional de Arte de Geoje - Museu Temático Haegeumgang | Salas de Exposição 1-5 do Museu de Arte Yukyung, Geoje - Coreia do Sul | 2024 |
| “Árvore de Natal – Festa de Múltiplos” | Cooperativa Árvore - Porto | 2024 |
| Exposição coletiva de pintura e poesia “UniãoEntreArtes” - 8.ª edição do Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda (SIAC) | Guarda | 2025 |
| 39.ª Exposição Coletiva dos Sócios da Árvore - Cooperativa de Atividades Artísticas; exposições coletivas “Blooming Art” | Cooperativa Árvore - Porto | 2025 |
| 11.º Festival Internacional de Arte de Geoje | Museu Temático Haegeumgang e Museu de Arte Yukyung - Coreia do Sul | 2025 |
